The Bug Hunter

Olá Pessoal o/

Neste post irei explicar um pouco sobre o processo The Bug Hunter que criei para ajudar na qualidade do produto entregue ao cliente. Vamos tratar sobre o modelo e algumas boas práticas, mas antes quero deixar claro os resultados obtidos em uma equipe!

Motivação e Resultados:

Em um cenário onde não se possui uma equipe de testes, na reta final da entrega de um projeto, rodamos o processo e tivemos como resultados alguns números interessantes.

  • Em uma semana de competição foram identificados 25 bugs;
  • Dos 25 listados foram corrigidos durante a competição 21 bugs;
  • Os bugs foram encontrados e corrigidos, também, por membros que não faziam parte do time de desenvolvimento do projeto e estavam alocados para outras entregas, que no seu tempo livre participavam da competição;
  • A diferença do primeiro para o segundo colocado foi de apenas 3 pontos, sendo que o segundo colocado fazia parte de outro projeto;
  • O time se integrou e os competidores passaram a olhar com mais detalhes o projeto. O time ficou motivado e não tratou do desafio como trabalho, mas como um jogo que era divertido jogar.
  • A integração do time só ocorreu de fato quando o gestor da área resolveu participar e começou a pontuar. Quando foi disparado o e-mail para o setor com a pontuação do gestor o time reagiu. Este foi um fator chave para o sucesso da competição e neste ponto podemos parar na seguinte reflexão:

Quando um líder quer que seus liderados façam algo. O líder vai lá e faz primeiro, desta forma seus liderados o seguirão, não por uma ordem, mas por um exemplo.

O que é o The Bug Hunter?

Como o nome em si sugere trata-se de um processo que deve ser encarado como uma competição, onde o vencedor é aquele que mais encontra e corrige bugs de um determinado projeto. A ideia é simples e os resultados também.

Em que tipo de equipe é viável rodar este processo?

Você pode ter sua equipe organizada em um “Testers Team”, um time responsável por verificar todas as atividades previstas do desenvolvimento do seu projeto, ou simplesmente não possuir essa estrutura e rodar o modelo com seu time padrão multitarefa e multidisciplinar, isso não irá importar pois a questão além de tudo é motivacional e você poderá extrair resultados satisfatórios em ambos os casos.

Em que fase do meu projeto devo aplicar o The Bug Hunter?

Inicialmente você deve analisar como estão sendo feitas suas entregas junto ao cliente. Se você está trabalhando de forma incremental como entregas parciais cabe então para cada uma dessas fases a aplicação da competição. É interessante realizar a competição com o prazo de 1 semana para a entrega do produto completo ou modulo.

Quem deve participar do The Bug Hunter?

A beleza do jogo está em abrir a competição para todo o setor, independente de ser desenvolvedor da linguagem dominante do projeto ou de fazer parte do time de desenvolvimento, alias conseguir o envolvimento daqueles que não fazem parte do time que está codificando é o grande trunfo da integração entre todos para a competição.

Como faço para o time avaliar o projeto?

O ideal é que você disponibilize no seu servidor web o projeto apontando para o seu ambiente de teste. Dessa forma todos poderão participar, independente de terem participado ou não do desenvolvimento. Outra opção é liberar o fonte do projeto para todos, para que possam baixar e rodar localmente em suas máquinas, mas atenção, fique atento nos commits e controle “quem está fazendo, o que, e aonde” para evitar que ocorram conflitos no código bem as vésperas de disponibiliza-lo ao cliente.

Como faço o controle do The Bug Hunter?

Você pode realizar o controle através de uma simples planilha de excel. Lembre-se que quem quer fazer não precisa da ferramenta perfeita, precisa da ideia e da capacidade de gerir. É interessante que durante todos os dias de competição você encaminhe um e-mail para todo o setor atualizando os bugs encontrados e o ranking atual. Isso ajudará a estimular quem já participa e quem apenas está achando curiosa a competição.

Que premiação devo entregar?

Você mais do que ninguém conhece a realidade do seu setor e sabe muito bem as coisas que deixarão seu time animado. A única coisa que não recomendo é que se dê dinheiro como retorno para a competição, isso não criará uma cultura positiva e lembre-se que este modelo é apenas uma forma de motivar que seu time faça melhor ainda um trabalho que já é obrigação. Você pode adotar turnos ou dias de folga, pizzas, rodízio em algo. Pense sempre em uma forma de integrar todos e que seja positiva para todo o ambiente.

O que preciso ter para iniciar o The Bug Hunter?

Como premissa básica, possuir seu projeto no estágio mais próximo de ser disponibilizado ao cliente, isso é algo que você, que conhece bem o escopo, poderá determinar.

  • Você deverá determinar a duração da competição, quando vai iniciar e terminar.
  • Qual será a premiação para o vencedor.
  • Como será o regulamento, quais as regras da competição.

Sanadas estas questões inicias já podemos partir para uma visão mais prática do processo.

Definição de Intervalo, Pontuação, Premiação e Regulamento

Vou exemplificar para vocês como poderia ser um modelo da planilha para o controle:

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No exemplo acima montei uma tabela me baseando em 10 linhas, informando os pontos chaves para começar a disputa. Informei a duração e estabeleci das regras.

  • Vamos entender cada linha:

Linha 1: Defini para o processo The Bug Hunter o projeto que será avaliado para a competição;

Linha 2: Defino em uma coluna os Tipos de Bug que irão pontuar e na outra os detalhes do regulamento.

Linha 3: Defino na primeira coluna que todo Bug de Visão valerá 1 ponto e na coluna ao lado o intervalo que será feita a avaliação;

Linha 4: Defino na primeira coluna o segundo tipo de bug, sendo esse de Negócio com peso de 3 pontos e ao lado já informo a premiação, sendo que o campeão ganhará uma pizza;

Linha 5: Defino o ultimo tipo de bug na primeira coluna, sendo Bug de DAO para persistências de dados, valendo também 3 pontos. Ao lado continuo dando ênfase para a premiação;

Linha 6: Defino neste ponto de forma clara o intervalo, que dia exato inicia e que dia exato termina.

Linha 7: Estabeleço o primeiro ponto de como funciona. Neste momento defino como farei o controle e como o competidor deve proceder para pontuar, já valorizando os pontos para aquele que encontra e, principalmente, corrige o problema;

Linha 8: Estabeleço neste momento o segundo ponto de funcionamento, e neste instante dou a possibilidade de qualquer pontuar, bastando apenas listar os problemas encontrados;

Linha 9: Neste ponto elimino os “espertinhos” que queiram pontuar uma vez para cada bug encontrado e para cada um desses bugs ganhar novos pontos efetuando em um segundo momento as correções;

Linha 10: Na última linha deixo claro quem pode participar da competição.

 

Controle e Acompanhamento de Resultados

Agora vamos a um exemplo de como seria o acompanhamento e controle.

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A primeira linha da tabela é o cabeçalho com as informações que devem ser preenchidas.

Repare o Seguinte ponto!

Na linha 2 o Thor encontra o Bug e ele mesmo corrige, por ser um erro de Negocio valia 3 pontos, como foi ele mesmo que corrigiu ganhou os 3×2 ficando com 6 pontos. Se ele apenas tivesse encontrado o erro ficaria apenas nos 3 e o bug ficaria em aberto para que outro pudesse corrigir e pontuar.

Na ultima linha o Cap. America encontra um bug de Visão e ganha 1 ponto, mas ele não corrige e deixa em aberto. O Thor chega e corrige e ganha o ponto do “Cap.America x 2″, ou seja, 1×2 ficando com 2 pontos e passando a frente do Cap. America que por ter apenas encontrado ficou com 1. Dessa forma estimula-se e encoraja-se a correção.

É interessante categorizar os competidores por cores, isso facilita na contagem dos pontos.

 

Se você chegou até o final deste extenso post saiba que trata-se de uma ideia simples e não original que foi apenas tratada com seriedade e organizada através de uma visão de processo. Se gostou do modelo sinta-se a vontade para conversar e aplicar no seu setor e se puder me retorne com o resultado que conseguiu, seja ele positivo ou negativo.

 

Valeu pessoal até a próxima.

Abraço!

A Bala de Prata

Olá Pessoal o/

Trataremos neste post sobre uma reflexão, algo que é obvio mas que merece dois segundos de atenção.

 

Pois bem, é comum para o critério de seleção toda empresa constatar que um profissional extraordinário, de TI, pode ser a melhor aquisição para o setor, mas será mesmo?

Ao longo de alguns processos seletivos pude avaliar alguns candidatos e perfis. Não é fácil achar um profissional que realmente fuja a curva, talvez seja essa a grande tentação para que um indivíduo assim “tenha que fazer parte da sua equipe”. Mas é preciso ressaltar muito bem o conceito de equipe antes de incorporá-lo.

Não é raro profissionais bons se adequarem a uma equipe e ao modelo de processo da empresa. Estou falando de fato de casos excepcionais, de profissionais que realmente são diferenciados, se você já teve a oportunidade de avaliar alguém assim talvez entenda do que falo. Profissionais assim tem um leve ar egocêntrico em sua personalidade e são menos suscetíveis a aderência de modelos e padrões internos. Este individuo é alguém exponencial, capaz de produzir muito, e sem ajuda. É daqueles que você entrega um projeto e ele resolve sozinho. Basicamente o sonho de consumo de qualquer Direção distante de boas práticas e uma visão além. Mas cá entre nós, é tentador um super-profissional assim, pensem na redução custo. Você tem 3 pelo preço de 1. Sensacional. Será mesmo?

 

Ter alguém que produz muito, mas produz só é benéfico para um setor?

 

Um projeto de um homem só merece parabéns ou será que tende a um alerta para a gestão, afinal o conhecimento compartilhado é um dos fatores de sucesso para a evolução de uma equipe, as práticas ágeis fomentam essa ideia.

É claro que o “super-profissional” pode ser completamente moldável ao seu processo interno, a questão não é essa. O questionamento está no “deposito de fé” sobre aquele único profissional. Por mais incrível que seja um único membro não pode ser considerado a “bala de prata”. Lembre-se que você gerencia recursos e a integração destes pode ser um fator diferencial.

Uma empresa que cria ilhas e mitos dentro de seu próprio setor cria também “pais de projetos”, ou seja, após sua super entrega realizada com custo bastante reduzido, afinal você utilizou sua bala de prata. Você passa a ter uma única pessoa a oferecer suporte e manutenção de trabalho, um único conhecedor das regras, um único responsável. Não me entendam errado, é perfeitamente possível outros conhecerem e se integrarem após a entrega, mas até lá você já criou a ponte e os novos membros terão que fazer a travessia. E falo de uma ponte de madeira, no melhor estilo Indiana Jones.

Note que a partir deste momento você já passa a ser refém de um profissional, a saída dele pode ser prejudicial para o suporte e evolução do projeto.

Quando você deixou claro para sua equipe que apenas a sua bala de prata resolveria a situação, criou também um mito de complexidade, psicologicamente você traz aos membros menos experientes algo lógico.

 

Se a “bala de prata” resolve qualquer problema complexo sozinho e se a bala de prata fez o “Projeto A” sem a ajuda de ninguém. Logo o “Projeto A” é extremamente complexo.

 

Esse mito causa na sua equipe uma cultura ruim e a medida que você for renovando seu quadro esse mito será propagado e você terá então semeado o mito do super desenvolvedor, o mito do projeto que ninguém consegue entender, o mito que só “indivíduo A” pode resolver.

Você terá desestruturado completamente sua equipe sobre o conceito de equipe, o conceito de time.

Enfim, não me entendam errado, filosoficamente todos estes pontos são pautados em experiências vivenciadas em um respectivo modelo de processos, mas que acredito que possam servir, de alguma forma, como reflexão sobre determinados contextos.

Por fim quero apenas terminar ressaltando que não é interessante criar “balas de prata” e sim trazer um pilar mais solido para um alicerce já montado.

 

Abraço!

“As Novas” Certificações Java

Olá pessoal o/

Trataremos neste post sobre as, “não novidades”, certificações Java após a compra da Sun pela Oracle.

Pois bem, desde o dia 20 de abril de 2009 foi anunciado em todos os veículos de comunicação a compra da Sun Microsystems pela Oracle sob a bagatela de US$ 7,4 bilhões. Após o período de negociações e a consumação da venda, a incerteza assolou por algum tempo o futuro das certificações Java mantidas anteriormente pela Sun, estas eram estruturadas da seguinte forma:

Neste modelo a certificação SCJP era pré-requisito para as demais e a SCJA, uma das mais recentes lançadas antes da venda, motivo de muita polêmica dentro da comunidade Java, pois além de não ser obrigatória trazia um conteúdo diferenciado das demais:

SCJA – Exam Objectives

  • 1: Fundamental Object-Oriented Concepts;
  • 2: UML Representation of Object-Oriented Concepts;
  • 3: Java Implementation of Object-Oriented Concepts;
  • 4: Algorithm Design and Implementation;
  • 5: Java Development Fundamentals;
  • 6: Java Platforms and Integration Technologies;
  • 7: Client Technologies;
  • 8: Server Technologies;

Ao prosseguir da saga e a causar mais alvoroço na comunidade Java, a Oracle anuncia em seu blog que as certificações Sun seriam alteradas para encaixar-se no padrão das certificações Oracle, que por sua vez são baseadas na seguinte estrutura:

  1. Associate;
  2. Professional;
  3. Master; e
  4. Expert.

Em meio ao burburinho causado com as declarações, a Oracle deixou claro em nota que as atuais certificações seriam reconhecidas pela empresa, mesmo após as devidas alterações.

“Temos a satisfação de anunciar que, a partir de 1 de setembro de 2010, o Programa de Certificação Sun estará totalmente integrado ao Programa de Certificação Oracle. Todas as certificações em Java, Oracle Solaris, MySQL, Oracle Solaris Cluster e Open Office serão republicadas no Programa de Certificação Oracle com novos títulos de certificação Oracle [...]” (Oracle, 2010)

Após este primeiro passo, veio à transição das certificações.

Oracle

Sun

Oracle Certified Associate, Java SE 5/SE 6   Sun Certified Java Associate – SCJA
Oracle Certified Professional, Java SE 5 Programmer   Sun Certified Java Programmer – SCJP SE 5
Oracle Certified Professional, Java SE 6 Programmer   Sun Certified Java Programmer – SCJP SE 6
Oracle Certified Master, Java SE6 Developer   Sun Certified Java Developer – SCJD
Oracle Certified Professional, Java EE 5 Web Component Developer   Sun Certified Web Component Developer – SCWCD EE5
Oracle Certified Professional, Java EE 5 Business Component Developer   Sun Certified Business Component Developer – SCBCD EE5
Oracle Certified Professional, Java EE 5 Web Services Developer   Sun Certified Developer for Java Web Services 5 – SCDJWS
Oracle Certified Master, Java EE 5 Enterprise Architect   Sun Certified Enterprise Architect – SCEA EE5
Oracle Certified Professional, Java ME 1 Mobile Application Developer   Sun Certified Mobile Application Developer – SCMAD
Oracle Certified Professional, Java Platform, Enterprise Edition 6 JavaServer Pages and Servlet Developer   Sun Certified JSP and Servlet Developer for the Java EE6 Platform
Oracle Certified Professional, Java Platform, Enterprise Edition 6 Enterprise JavaBeans Developer   Sun Certified EJB Developer for the Java EE6 Platform
Oracle Certified Professional, Java Platform, Enterprise Edition 6 Java Persistence API Developer   Sun Certified JPA Developer for the Java EE6 Platform
Oracle Certified Professional, Java Platform, Enterprise Edition 6 Web Services Developer   Sun Certified Developer for the Java Web Services for the Java EE6
Oracle Certified Professional, Java Platform, Enterprise Edition 6 JavaServer Faces Developer   Sun Certified Developer for the JSF for the Java EE6 Platform

Seguindo a cronologia de eventos da Oracle, e após o atraso do Java 7 com previsão para o final de 2010, a mesma anuncia no dia 7 de julho de 2011 (07/07/2011) o lançamento mundial do tão esperado Java 7.

As novidades desta nova release possibilitou a empresa realizar a reestruturação dos pacotes de certificação, uma vez já estabelecida a atualização e reconhecimento das certificações da Sun, já era hora de ditar novas formas da avaliar os futuros profissionais Java com base na sua própria atualização, o Java 7.

Conforme a estrutura já anunciada, a Oracle deu uma nova cara a certificação Oracle Certified Associate, Java SE 7 Programmer  (OCAJP), antiga SCJA, fazendo dela pré-requisito para as demais e titulando o certificado como Java SE 7 Programmer I, com isso a empresa segue a arquitetura já antes anunciada, onde é preciso passar pelo nível associado, para então chegar ao Profissional, Master e por fim Expert, por exemplo,  para obter a certificação correspondente a antiga SCJP, atual Oracle Certified Professional Java Programmer (correspondente ao Java SE 7 Programmer II) correspondente ao nível Profissional é necessário antes ter a OCAJP. O reflexo interessante destas mudanças é o fim do antigo desvalor da certificação de associado, passando esta a possuir uma formulação em seu conteúdo e lhe dando muito mais credibilidade, veja abaixo o conteúdo para a prova:

Java Basics

  • Define the scope of variables
  • Define the structure of a Java class
  • Create executable Java applications with a main method
  • Import other Java packages to make them accessible in your code

Working With Java Data Types

  • Declare and initialize variables
  • Differentiate between object reference variables and primitive variables
  • Read or write to object fields
  • Explain an Object’s Lifecycle (creation, “dereference” and garbage collection)
  • Call methods on objects
  • Manipulate data using the StringBuilder class and its methods
  • Creating and manipulating Strings

Using Operators and Decision Constructs 

  • Use Java operators
  • Use parenthesis to override operator precedence
  • Test equality between Strings and other objects using == and equals ()
  • Create if and if/else constructs
  • Use a switch statement

Creating and Using Arrays

  • Declare, instantiate, initialize and use a one-dimensional array
  • Declare, instantiate, initialize and use multi-dimensional array
  • Declare and use an ArrayList

Using Loop Constructs

  • Create and use while loops
  • Create and use for loops including the enhanced for loop
  • Create and use do/while loops
  • Compare loop constructs
  • Use break and continue

Working with Methods and Encapsulation

  • Create methods with arguments and return values
  • Apply the static keyword  to methods and fields
  • Create an overloaded method
  • Differentiate between default and user defined constructors
  • Create and overload constructors
  • Apply access modifiers
  • Apply encapsulation principles to a class
  • Determine the effect upon object references and primitive values when they are assed into methods that change the values

Working with Inheritance

  • Implement inheritance
  • Develop code that demonstrates the use of polymorphism
  • Differentiate between the type of a reference and the type of an object
  • Determine when casting is necessary
  • Use super and this to access objects and constructors
  • Use abstract classes and interfaces

Handling Exceptions

  • Differentiate among checked exceptions, RuntimeExceptions and Errors
  • Create a try-catch block and determine how exceptions alter normal program flow
  • Describe what Exceptions are used for in Java
  • Invoke a method that throws an exception
  • Recognize common exception classes and categories

E então pessoal, interessados nas “novas” certificações da Oracle?  Para aqueles que estiverem interessados deixarei para vocês algumas dicas.

A Oracle possui um ambiente educacional onde você pode obter cursos de treinamentos para comprar na bagatela de R$ 431,00, até o presente momento, confira neste link: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=609&p_org_id=378219&lang=PTB&get_params=dc:D79651BP10,p_preview:N

Para quem já está acostumado a estudar sozinho e quer a companhia de um bom livro, para primeira certificação a OCAJP, você pode encontrar o guia de estudos na Amazon brasileira, livro em Inglês, pela bagatela de R$ 57,18. Confira no neste link: http://www.amazon.com.br/Programmer-Study-1Z0-803-Oracle-ebook/dp/B009ERUN5W/ref=pd_rhf_gw_p_t_1

Para quem está pensando além e quer fazer um pacote e estudar logo para os dois níveis OCAJP e OCPJP, segue o link do guia de estudos: http://www.amazon.com/Programmer-Study-1Z0-803-1Z0-804-Certification/dp/0071772006

Caso queira saber um pouco mais detalhes sobre a OCAJP, saiba que:

  • O código do exame é: 1Z0-803;
  • A prova é em inglês;
  • Possui o valor de R$ 326 (mas na compra do voucher fica bem mais barato);
  • Possui uma duração de 140 min;
  • Tem um total de 90 questões;
  • Para ser aprovado é necessário obter 77% de acerto da prova.

Para mais informações confira no site da Oracle, link: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=5001&get_params=p_exam_id:1Z0-803&p_org_id=&lang=

E para aqueles que desejam ver sobre outras certificações da Oracle, pesquise no link abaixo: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=39

Referências

Eric C M Oliveira. (s.d.). Certificações Java – Primeiros Passos. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://www.linhadecodigo.com.br/: http://www.linhadecodigo.com.br/artigo/931/certificacoes-java-primeiros-passos.aspx

Amazon. (2012). amazon.com.br. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em Amazon: http://www.amazon.com.br/Programmer-Study-1Z0-803-Oracle-ebook/dp/B009ERUN5W/ref=pd_rhf_gw_p_t_1

Daniela Moreira. (20 de abril de 2009). Oracle compra Sun por US$ 7,4 bilhões. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://info.abril.com.br/: http://info.abril.com.br/noticias/negocios/oracle-compra-sun-por-us-7-4-bilhoes-20042009-5.shl

Fernando Franzini. (21 de maio de 2009). Certificação SCJA. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://imasters.com.br/: http://imasters.com.br/artigo/12839/java/certificacao-scja/

Global Code. (31 de agosto de 2010). Sun/Oracle – Novos nomes para as certificações. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://blog.globalcode.com.br/: http://blog.globalcode.com.br/2010/08/sunoracle-novos-nomes-para-as.html

Oracle Education. (2012). Oracle Certification. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://education.oracle.com/: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=5001&get_params=p_exam_id:1Z0-803&p_org_id=&lang=

Oracle Education. (2012). Oracle Certification. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://education.oracle.com/: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=39

Oracle Education. (2012). Seminário Preparatório para o Exame de Certificação: Java SE 7 Programmer I. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em http://education.oracle.com/: http://education.oracle.com/pls/web_prod-plq-dad/db_pages.getpage?page_id=609&p_org_id=378219&lang=PTB&get_params=dc:D79651BP10,p_preview:N

Ramon Pereira Lopes. (25 de abril de 2008). Certificação SCJA. Acesso em 30 de 12 de 2012, disponível em blogs.oracle.com: https://blogs.oracle.com/ramonlopes/entry/certifica%C3%A7%C3%A3o_scja

A visão de Processos

Olá pessoal. o/

Trataremos neste post sobre a Visão de Processos, hoje comumente adotada por diversas empresas e atribuída como recurso da gestão. Mas antes de nos aprofundarmos neste assunto vejamos um pouco do desenrolar histórico do século XX.

Alguns acontecimentos relevantes para Ciência e Tecnologia:

Anos 70

  • 15 de novembro de 1971 – A Intel lança o primeiro microprocessador do mundo, o Intel 4004.

Anos 80

  • 30 de setembro de 1980: publicado o padrão da ethernet (tecnologia para redes locais).
  • Janeiro de 1983: a empresa Apple lança o computador Macintosh.

Anos 90

  • Em 24 de agosto de 1995 é lançado, pela Microsoft, o sistema operacional Windows 95.
  • Em 27 de setembro de 1998 foi fundada a empresa Google.

Bem senhores, estes acontecimentos citados acima servem apenas para termos noção dos grandes marcos para a tecnologia durante estas três décadas, pois se avaliarmos bem estes feitos ditaram as novas práticas empresariais que hoje nos baseamos. E é justamente ai que estabeleceremos o nosso foco, nessas mudanças do mercado, mais precisamente nas práticas de gestão.

De prontidão vamos destacar uma década de suma importância para as resultantes formas de negócio estabelecidas até então, mais precisamente os anos 80, tido por muitos estudiosos como o início da Idade da Informação, mas o seu mérito vem precedido da década anterior onde, do ponto de vista da Gestão, temos como principal acontecimento a BUSCA DA PRODUTIVIDADE , destacando as técnicas de análise de filiais, a introdução do conceito de fluxo de caixa e o aparecimento do planejamento estratégico.

Mas como dito anteriormente o nosso foco está voltado a década de 80, e o que ela tem de tão significativo?

Pois bem senhores, esta década é intitulada de A OBSESSÃO PELA QUALIDADE, destacando o surgimento da técnica de análise de valor, a publicação do primeiro balanço social pela ABB - Asea Brown Boveri, a filosofia do just in time e a explosão da qualidade total. Quase no início dos anos 90, mais precisamente em 1987 foi criada a ISO 9000 para sedimentar a preocupação com a qualidade, sofrendo posteriormente várias implementações em várias versões, podemos destacar duas em especial, a ISO/IEC 9126 voltada a qualidade do produto e a ISO/IEC 12207 destinada a qualidade do processo.

E foi neste cenário que alguns teóricos estabeleceram metodologias para estes novos desafios da gestão, baseados na busca pela qualidade e a melhoria do desempenho situacional, mas ainda havia uma problemática, como obter tal entendimento, como definir o nível de maturidade da minha empresa, como representar o fluxo e as atividades das coorporações ??

A resposta estava na visão de processos. A reformulação do mercado, a necessidade de aumento de produção, a preocupação com a qualidade, estes entre outros fatores, levaram Michael Poter (Professor da Harvard Business School, com interesse nas áreas de Administração e Economia e autor de diversos livros sobre estratégias de competitividade) a sugerir suas aplicações de estudo. Em 1991 fomentou junto a outros tantos estudos da época, a ideia de se possuir A Macrovisão Organizacional Através da Cadeia de Valor.

Apesar de várias críticas que a proposta de Porter recebeu, ela tem sido utilizada como referência para a gestão por processos. Ampliados certos limites, a abordagem da cadeia de valor vem amparando as metodologias de gestão por processos. Podemos dizer que a macrovisão expressa pela cadeia de valor concebe a organização em grandes processo, enquanto os processos refletem os fluxos de trabalho diários da empresa. Juntos, macrovisão e processos representam a ação da empresa para cumprir a missão organizacional. (trecho retirado do livro Análise e Modelagem de Processos de Negócio)

Mais afinal o que são os Processos ??

Segundo a ISO 9000 processo é:

um conjunto de atividades interrelacionadas ou interativas, que transformam entradas em saídas.

Segundo um dos criadores da Reengenharia,

um processo é simplesmente um conjunto de atividades estruturadas e medidas, destinadas a resultar num produto especificado para um determinado cliente ou mercado.[...] É, portanto, uma ordenação específica das atividades de trabalho no tempo e no espaço, com um começo, um fim e inputs e outputs claramente identificados: uma estrutura para a ação.[...] Enquanto a estrutura hierárquica é, tipicamente, uma visão fragmentada e estanque das responsabilidades e das relações de subordinação, a estrutura de processo é uma visão dinâmica da forma como a organização produz valor.[...] A adoção de uma abordagem de processo significa a adoção do ponto de vista do cliente. Os processos são a estrutura pela qual uma organização faz o necessário para produzir valor para os seus clientes.[...] Os processos precisam de donos claramente definidos, que sejam responsáveis pelo projeto e execução e que façam com que as necessidades dos clientes sejam satisfeitas. A dificuldade de definir a propriedade é que os processos raramente seguem os limites existentes de poder e autoridade organizacional.

Neste contexto começamos a perceber a importância de se obter a visão detalhada de suas atividades, a visão de processo. E enquanto gestores podemos refletir nas seguintes questões:

  • Eu conheço todo o funcionamento do meu negócio?
  • Eu detenho o conhecimento do meu negócio?
  • Eu tenho mapeado e documentado o fluxo de atividades do meu negócio?

Para os atuais cenários coorporativos, ter a visão do todo detalhada em atividades, sendo estas entendidas como processos de entrada e saída é uma das maiores ferramentas gerenciais para otimização e melhoria. Este entendimento possui embasamento em metodologias de gestão atual, como o BPM – Business Process Management sendo este a fonte  de sucesso de diversas organizações.

Com isso temos então iniciado os primeiros entendimentos sobre a importância de uma análise voltada aos processos, esta compreensão é necessário pois nos próximos posts trataremos diretamente sobre a metodologia BPM.

Referência

Santos, L. R. (2003). Gestão da maturidade de processos essenciais – convergência para o futuro. RAE eletrônica .
Valle, R., & de Oliveira, S. B. (2012). Análise e Modelagem de Processos de Negócio foco na notação BPMN. São Paulo: Atlas.